segunda-feira, 19 de novembro de 2012
As Tuas palavras não hão-de passar
Dizes-me: "As Minhas palavras não hão-de passar".
Aqueles homens passam por Ti, Jesus. Carregam um escadote, entretidos num diálogo sobre o trabalho que os espera. E Tu, aqui ao lado deles. Não Te conhecem, não sabem que Tu estás aqui. Terão eles alguma vez ouvido as Tuas palavras? Terão esquecido a catequese da infância? Aquilo que os traz à igreja é apenas o trabalho que lhes foi encomendado: a recuperação do tecto, operação superficial de "cosmética".
E os nossos Padres? E nós, seminaristas? E eu? Conhecemos-Te? Sabemos e acreditamos que Tu estás aqui? Ou, mergulhados nos afazeres diários, esquecemos o entusiasmo que nos fez jogar toda a vida num sim de Graça? Será que vivemos agora "presos ao trabalho encomendado", fazendo jogos de palavras e arranjos superficiais?
Senhor Jesus, peço-Te pelos Padres e por cada um de nós, seminaristas, para que renoves nos nossos corações o desejo ardente de estar conTigo, como da primeira vez, e de Te anunciar a todos os homens, em especial àqueles que carregam os escadotes nas suas vidas, porque só Tu tens palavras de vida eterna, palavras que nos guiam nos degraus atribulados da nossa existência rumo a Ti.
Faça-se em cada um de nós segundo a Tua Palavra. Sim, creio Senhor: as Tuas palavras não hão-de passar!
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