segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Elogio da fé por um canudo


OH SENHOR…!
Entre ruas e ruelas, caminhos e vielas; procurando, vagueando, anunciando…
Mas,
até quando?                Até ao dia em que o grito do SILÊNCIO repousa eternamente!
Que procuras?
O Amigo perdido, o Pai ausente, o Salvador imaginário ou o Desconhecido que nunca existiu?

Mas se ao menos te vissem…

Nem que seja chagado,          roto e maltratado.                   Pelo menos acreditariam…
naquilo que o corpo sentisse, que os olhos contassem, as mãos apalpassem, o nariz cheirasse e o coração contemplasse. Serias tu ou Tu? Serias,        como és!, simplesmente.
Não tens cremes… MAS ÉS!
Não usas roupas de marca... MAS ÉS!
Não tens guito… MAS ÉS!
Poucos te curtem…MAS ÉS!
És…                belo.
Tantos critérios, tantas exigências: Ó Teófilo, o que podemos desejar acima do amor?
Saber que o amor que te criou e te viu crescer, igualmente te vê morrer para a vida, A VIDA ETERNA. Temos fome… TOMAI E COMEI.         Temos sede… TOMAI E BEBEI. ESTE É O MEU CORPO, QUE SERÁ ENTREGUE POR VÓS COM TUDO AQUILO QUE ELE POSSUÍ


VAI QUE A TUA FÉ TE SALVOU

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